Quanto vale um talento? E quanto custa para uma empresa perdê-lo, principalmente após maciços investimentos na contratação e treinamento dos profissionais? Nos dias atuais, a competitividade entre as corporações passa, também, pela questão da atração e retenção de talentos. E uma das mais valorizadas ferramentas para esse propósito é fornecer aos funcionários um plano de previdência privada. Por isso que cada vez mais tal benefício compõe o pacote de remunerações indiretas e é algo que pode pesar para uma pessoa na decisão ou escolha de uma determinada empresa para trabalhar.
Segundo Mauro Guadagnoli, superintendente Comercial de uma das empresas líderes do mercado brasileiro de previdência privada, são três os critérios avaliados pelos profissionais na hora de escolher um emprego. “O primeiro é a remuneração, o segundo as condições de trabalho e o terceiro, o pacote de benefícios. É neste último que se enquadra a previdência privada, que pode ser considerada um diferencial estratégico das empresas na gestão de pessoas, pois influencia diretamente no desempenho da produtividade”, afirma.

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